Quatro dias antes do início da copa do Mundo da FIFA de 2026, a arquidiocese da Cidade do México pediu aos fiéis mexicanos que aproveitem o campeonato sem “perder de vista o que é verdadeiramente importante, que é o que permanece depois do apito final”.
Num editorial ontem (7), na publicação semanal Desde la Fe, a arquidiocese da capital disse que “as emoções desses dias permanecerão em nossas memórias, mas nossos filhos ainda estarão lá esperando por nossa atenção, nossos pais precisando de um telefonema, nossos avós querendo uma visita, nosso cônjuge esperando por um tempo a sós e nossas responsabilidades diárias exigindo nossa presença”.
A Copa do Mundo FIFA 2026, o principal campeonato de futebol do mundo, será realizada em três países anfitriões: México, EUA e Canadá. Treze partidas serão disputadas no México, em estádios na Cidade do México, em Monterrey e em Guadalajara.
Quatro dias antes do início da copa do Mundo da FIFA de 2026, a arquidiocese da Cidade do México pediu aos fiéis mexicanos que aproveitem o campeonato sem “perder de vista o que é verdadeiramente importante, que é o que permanece depois do apito final”.
Num editorial ontem (7), na publicação semanal Desde la Fe, a arquidiocese da capital disse que “as emoções desses dias permanecerão em nossas memórias, mas nossos filhos ainda estarão lá esperando por nossa atenção, nossos pais precisando de um telefonema, nossos avós querendo uma visita, nosso cônjuge esperando por um tempo a sós e nossas responsabilidades diárias exigindo nossa presença”.
A Copa do Mundo FIFA 2026, o principal campeonato de futebol do mundo, será realizada em três países anfitriões: México, EUA e Canadá. Treze partidas serão disputadas no México, em estádios na Cidade do México, em Monterrey e em Guadalajara.
A partida de abertura, entre México e África do Sul, será disputada na quinta-feira (11) na Cidade do México.
A arquidiocese do México disse em seu texto que “o mundo para mais uma vez diante de um campo de futebol” e que “milhões de pessoas se reunirão em frente a uma tela para celebrar, sofrer, se emocionar e compartilhar a paixão que o futebol desperta”.
“O México, assim como muitas outras nações participantes, está passando por desafios que exigem união; o mundo inteiro, mergulhado em cenários de guerra e desigualdade, precisa urgentemente de reconciliação”, diz o texto.
Falando sobre frequentes divisões “devido à política, às redes sociais, às diferenças econômicas ou às feridas que carregamos em nossos relacionamentos pessoais e comunitários”, o texto diz que nas semanas da Copa do Mundo “veremos famílias inteiras sentadas juntas em frente à televisão, vizinhos se reunindo para dividir um jogo e pessoas que normalmente não se veem comemorando o mesmo gol”.
A arquidiocese disse que o papa Leão XIV, em sua intenção de oração para junho, “nos lembra que no esporte como na vida, ninguém se salva sozinho” e que “precisamos uns dos outros para crescer, para aprender a respeitar, para superar limites e para celebrar juntos as conquistas alcançadas”.
A arquidiocese disse que “a Copa do Mundo pode ser uma grande celebração”, porém, mas disse que “toda celebração tem significado quando fortalece os laços que sustentam nossas vidas”.
Ela faz um convite à sociedade mexicana “para usar essas semanas para nos ajudar a sentar juntos com mais frequência à mesa da família, para nos reconciliar com aqueles de quem nos distanciamos, para retomar conversas pendentes e para redescobrir a alegria de compartilhar”.
“O esporte não deve ser um motivo para nos distanciarmos daqueles que amamos, para nos isolarmos, para nos trancarmos por horas em frente à televisão, desprezando o contato com os outros ou desprezando aquilo que exige nossa atenção”, diz o texto.
Tanto na Copa do Mundo quanto depois que ela terminar, “as pessoas que nos acompanham nessa jornada hoje continuam sendo essenciais”.
“A paz continua sendo necessária em nossas comunidades”, diz o texto. “Continua sendo necessário estar perto daqueles que sofrem. Continua sendo necessário valorizar e defender a vida e a dignidade humana. A reconciliação continua sendo urgente em nosso país. E o amor que construímos a cada dia em nossos lares continua sendo insubstituível”.
Por fim, a arquidiocese da Cidade do México incentivou a todos a desfrutar do futebol e celebrar “a fraternidade que ele pode inspirar”, sem esquecer “que os troféus são passageiros e que as coisas mais valiosas em nossas vidas são construídas diariamente na família, na amizade, no trabalho honesto e no compromisso de todos em trabalhar por uma sociedade mais unida”.
Fonte: ACI Digital








