A devoção ao Coração Santíssimo de Jesus ma­nifestada e pedida por Ele a Santa Margarida Maria no século XVII, não é mais do que a recordação do Amor infinito de Deus, patente na Obra da Criação e de modo especial em sua Obra Redentora que atinge o auge com a Crucificação no Calvário e na instituição da Sagrada Eucaristia.

Este amor infi­nito de Deus pelos homens é narrado oficialmente pela Revelação Divina contida na Sagrada Escri­tura e na Tradição Patrística.

Jesus pede que este Amor seja representado por um Coração de carne, para tocar os homens insensíveis a tantas provas da sua ternura e predileção.

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