Papa Francisco: “Viver acusando os outros não é cristão”

Papa durante a Missa na Casa Santa Marta. Foto: Vatican Media

Papa durante a Missa na Casa Santa Marta. Foto: Vatican Media

Durante a Missa celebrada nesta segunda-feira, 21 de janeiro, na Casa Santa Marta, o Papa Francisco afirmou que “viver acusando os outros, procurando os defeitos de outras pessoas, não é cristão”, não é “o estilo cristão”.

Em sua homilia, o Santo Padre contrastou o estilo cristão com o estilo “não cristão”, que definiu como “estilo acusatório”, “estilo mundano” e “estilo egoísta”.

“O estilo acusatório é o estilo daqueles fiéis que sempre procuram acusar os outros, vivem acusando”. “Sempre desqualificando os outros. Um estilo – eu diria – de promotores de justiça falidos: estão sempre tentando acusar os outros. Mas eles não percebem que é o estilo do diabo: na Bíblia o diabo é chamado de ‘grande acusador’, que está sempre acusando os outros”. Continuar lendo

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Papa Francisco: A Palavra de Deus não é ideologia, mas vida que faz crescer

Papa Francisco na Missada Casa Santa Marta. Foto: Vatican Media

Papa Francisco na Missada Casa Santa Marta. Foto: Vatican Media

Durante a Missa celebrada na manhã desta quinta-feira, 17 de janeiro, na Casa Santa Marta, o Papa Francisco disse que “a Palavra de Deus, a graça do Espírito Santo, não é ideologia: é vida que o faz crescer, ir avante”.

Além disso, o Santo Padre afirmou que a Palavra de Deus também permite “abrir o coração aos sinais do Espírito, aos sinais dos tempos”. Por outro lado, a ideologia “é uma obstinação”. “A obstinação é também orgulho, é soberba. A teimosia, aquela teimosia que faz muito mal: fechados de coração, duros”.

“Mas eu tenho um coração teimoso? Cada um pense. Eu sou capaz de ouvir as outras pessoas? E se penso diversamente, dizer: ‘Mas eu penso assim…’ Sou capaz de dialogar? Os obstinados não dialogam, não sabem, porque se defendem sempre com as ideias, são ideólogos. E as ideologias quanto mal fazem para o povo de Deus, quanto mal! Porque fecham a atividade do Espírito Santo”, exclamou o Papa. Continuar lendo

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Papa: “Para amar a Deus concretamente, é preciso amar os irmãos”

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“Para amar a Deus concretamente, é preciso amar os irmãos, isto é, rezar por eles, simpáticos e antipáticos, inclusive pelo inimigo”. Na homilia da manhã desta quinta-feira, 10, na capela da Casa Santa Marta, o Papa Francisco fez um forte apelo ao amor: “Quem nos dá a força para amar assim é a fé, que vence o espírito do mundo”, afirmou.

A reflexão de Francisco se inspirou na Primeira Carta de São João apóstolo (1Jo 4,19 – 5,4) proposta pela Liturgia do dia. O apóstolo João fala, segundo o Santo Padre, de “mundanidade”. “Quando diz: ‘Quem foi gerado por Deus é capaz de vencer o mundo’, está falando da luta de todos dias contra o espírito do mundo, que é mentiroso, é um espírito de aparências, sem consistência, enquanto o Espírito de Deus é verdadeiro”, comentou.

O espírito do mundo é, de acordo com o Pontífice, o espírito da vaidade, das coisas que não têm força, que não têm fundamento e que acabarão. Francisco revela que o apóstolo João oferece o caminho da concretude do espírito de Deus: dizer e fazer são a mesma coisa. “Se você tem o Espírito de Deus fará coisas boas. E o apóstolo João diz uma coisa cotidiana: ‘Quem não ama o seu irmão, a quem vê, não poderá amar a Deus, a quem não vê’. Se você não é capaz de amar algo que vê, como conseguirá amar algo que não vê? Isso é a fantasia”, destacou. Continuar lendo

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A oração sempre transforma a realidade, diz Papa na catequese

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O Papa Francisco deu continuidade nesta quarta-feira, 9, ao ciclo de catequeses sobre a oração do Pai Nosso. Ele frisou a necessidade de sempre rezar, uma vez que a oração transforma a realidade e jamais permanecerá sem ser ouvida. Não se sabe o tempo, mas Deus sempre responderá à oração, afirmou.

A reflexão de hoje partiu do Evangelho de Lucas; sobretudo este livro é o que descreve a figura de Jesus em uma atmosfera densa de oração, ressaltou o Papa. Ele explicou que cada passo da vida de Jesus é inspirado pelo Espírito Santo, que o guia em todas as ações.

“Jesus reza no Batismo no Jordão, dialoga com o Pai antes de tomar as decisões mais importantes, retira-se, muitas vezes, na solidão a rezar, intercede por Pedro que dali a pouco o negará (…) Até mesmo a morte do Messias é imersa em um clima de oração, tanto que as horas da paixão aparecem marcadas por uma calma surpreendente”. Continuar lendo

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