Papa Francisco: O pastor deve ser próximo às pessoas e não aos poderosos

apa Francisco nesta manhã na Missa na Capela da Casa Santa Marta. Foto: Vatican Media / ACI Prensa

apa Francisco nesta manhã na Missa na Capela da Casa Santa Marta. Foto: Vatican Media / ACI Prensa

Ao presidir a Santa Missa na manhã de hoje na Capela da Casa Santa Marta, o Papa Francisco assegurou que o pastor deve ser próximo às pessoas e não aos poderosos nem aos ideólogos.

“Este é o ícone do pastor”, disse o Pontífice e destacou que os pastores devem ser “próximos às pessoas, não aos grupinhos dos poderosos, dos ideológicos. Essas pessoas envenenam a alma, não nos fazem bem”.

O pastor, sublinhou, “deve ter o poder e a autoridade que tinha Jesus, aquela da humildade, da mansidão, da proximidade, da capacidade de compaixão e de ternura”. Continuar lendo

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Como Jesus devemos fazer o bem em silêncio e sem ostentação, pede o Papa no Ângelus

Papa Francisco / Crédito: Vatican Media

Papa Francisco / Crédito: Vatican Media

 Durante a oração do Ângelus na manhã deste domingo, o Papa Francisco contou aos fieis reunidos na Praça de São Pedro do Vaticano a cura milagrosa de um surdo-mudo, e explicou que o católico deve imitar o seu mestre fazendo o bem em silêncio e sem ostentação.

“Nesta ocasião, como em outras, Jesus age sempre com discrição. Ele não quer impressionar o povo, não está em busca da popularidade ou do sucesso, mas deseja somente fazer o bem às pessoas. Com esta atitude, Ele nos ensina que o bem deve ser feito sem clamores e sem ostentação, sem soar a tromba, deve ser feito em silêncio”, disse o Papa, refletindo sobre o Evangelho de Mc 7,31-37.

O Santo Padre explicou que a cura milagrosa do homem surdo e mudo foi para ele uma “abertura” aos outros e ao mundo, assim como uma “dúplice cura”.

O Bispo de Roma disse que o homem foi curado, em primeiro lugar, da doença, mas logo também “a cura do medo que nos leva a marginalizar o doente, marginalizar o sofredor, o portador de deficiência”. Continuar lendo

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Papa pede recorrer bem à confissão: Não como papagaios ou como se nos maquiasse

Papa durante a Missa. Foto: Vatican Media

Papa durante a Missa. Foto: Vatican Media

Na Missa que presidiu na manhã de hoje, o Papa Francisco falou sobre a importância de reconhecer-se pecador e deu algumas chaves ao buscar o Sacramento da Confissão.

Na capela da Casa Santa Marta, comentou o Evangelho de Lucas no qual Jesus pede a Pedro que entre em seu barco e, depois de pregar, convida-o a lançar as redes, com o resultado de uma pesca milagrosa.

Francisco destacou que Jesus muda o nome de Simão para Pedro e “ele se sentia orgulhoso porque realmente amava Jesus”.

Recordou as palavras de Pedro quando disse: “Senhor, afasta-te de mim, porque sou um pecador”. “Este é o primeiro passo decisivo de Pedro no caminho do discipulado, de discípulo de Jesus, acusar a si mesmo: ‘Sou um pecador’. O primeiro passo de Pedro é este e é também o primeiro passo de cada um de nós se quisermos caminhar na vida espiritual, na vida de Jesus, servir a Jesus, segui-Lo. Deve fazer isto: acusar a si mesmo. Sem acusar a si mesmo, não se pode caminhar na vida cristã”. Continuar lendo

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Papa critica um mundo “sedento de diversão” mas que faz as pessoas se sentirem vazias

Papa durante a Audiência Geral. Foto: Daniel Ibáñez / ACI Prensa

Papa durante a Audiência Geral. Foto: Daniel Ibáñez / ACI Prensa

Em sua catequese na Audiência geral desta quarta-feira, o Papa Francisco criticou a mentalidade do mundo atual, no qual parece que é preciso se divertir a todo custo, e pediu que se reconcilie com a própria história pessoal.

Seguindo com o tema dos Dez Mandamentos, o Papa falou do “dia de repouso”, “parece um mandamento fácil de ser cumprido, mas é uma impressão errada”, afirmou. “Descansar de verdade não é simples, porque existe descanso falso e um descanso verdadeiro”.

Francisco sublinhou que “é necessário reconciliar-se com a própria história, com fatos que não se aceitam, com as partes difíceis da existência”.

“Quantas vezes encontramos cristãos doentes que nos consolaram com uma serenidade que não é encontrada nos alegres e hedonistas!”. “E vimos pessoas humildes e pobres alegrarem-se por pequenas graças, com uma felicidade que sabia de eternidade”, citou como exemplo. Continuar lendo

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